Conheça as cores oficiais da coleta seletiva: Resolução CONAMA 275

Conheça as cores oficiais da coleta seletiva: Resolução CONAMA 275

A coleta seletiva é uma etapa fundamental na gestão de resíduos. Afinal, essa prática garante que uma maior quantidade de material reciclável seja reaproveitado. Para implementá-la, os resíduos precisam ser separados de acordo com as características específicas de cada material. 

Para fazer essa segregação de maneira adequada é preciso verificar a resolução nº 275/2001 do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente), que estabelece o código de cores para a coleta.

Neste artigo, vamos explicar como usar o código de cores para os resíduos na coleta seletiva da sua empresa. Confira!

Por que o código de cores do CONAMA 275 é importante?

O código de cores do CONAMA permite a adequada segregação dos resíduos, facilitando a identificação durante o transporte e o manuseio dos materiais. Além disso, esse tipo de classificação permite a destinação de forma ambientalmente correta.  

Vale ressaltar ainda que o código de cores torna o processo de reciclagem mais ágil, já que os materiais são separados pelo gerador por tipo de material, facilitando a triagem. 

Quais são os códigos de cores da coleta seletiva?

De acordo com a resolução CONAMA nº 275/2001, há ao todo dez códigos de cores, um para cada tipo de resíduo: 

• AZUL: papel/papelão;

• VERMELHO: plástico;

• VERDE: vidro;

• AMARELO: metal;

• PRETO: madeira;

• LARANJA: resíduos perigosos (como pilhas e baterias);

• BRANCO: resíduos de hospitais e serviço de saúde;

• ROXO: lixo radioativo;

• MARROM: lixo orgânico;

• CINZA: lixo não reciclável, contaminado ou cuja separação não é possível.

A segregação de resíduos em empresas

A Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei 12.305 / 2010) estabelece que as organizações são responsáveis por evitar que resíduos sejam descartados de maneira incorreta ou transformados em lixo quando podem ser reaproveitados. 

Logo, toda empresa – independente do porte ou segmento de atuação – pode adotar a coleta seletiva como uma prática de responsabilidade ambiental. Além disso, com uma boa infraestrutura de coletas de resíduos é possível gerar renda com a venda de recicláveis que seriam descartados.

Quais as outras obrigações das empresas?

Além da coleta seletiva, o gerenciamento de resíduos envolve outros processos mais complexos e burocráticos. Para estar em dia com a legislação, as empresas precisam realizar algumas ações, como por exemplo:

• elaboração de PGRS, PGRSS E PGRSCC (Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, de Saúde e da Construção Civil, respectivamente);

• emissão de CADRI (Certificação de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental);

• tratamento e destinação de resíduos e análise da viabilidade de aumento de receita com venda de recicláveis.

Como implementar o gerenciamento de resíduos no meu negócio?

Para implementar esses processos de forma segura e evitar dores de cabeça, como multas e embargos, geralmente é contratado o serviço de uma consultoria ambiental. Elas são especializadas na emissão de documentos e regularização de licenças ambientais de empresas. Em analogia simples, é como contratar um advogado para cuidar de assuntos burocráticos no âmbito pessoal, os quais não conseguiríamos resolver por conta própria.

A CG Ambiental é uma consultoria com vasta experiência em gestão de resíduos para empresas de diferentes segmentos, além de também atender a área de construção civil. Possuímos em portfólio os serviços citados acima e inúmeros outros, que podem ser consultados aqui.

Entre em contato com a gente e saiba como podemos tornar a gestão de resíduos do seu negócio mais eficiente.