ESG: para mudar o mundo precisamos das boas práticas
13 de novembro de 2021

ESG: para mudar o mundo precisamos das boas práticas

Quando vemos as manchetes sobre notícias climáticas e percebemos que, de fato algo está acontecendo muito rapidamente no planeta, a pergunta que nos fazemos é: mas como reverter isso? 

Talvez a resposta seja mais simples do que pareça e demande mais de atitude em pequena escala do que de soluções megalomaníacas.  

Em 2005, promovida também pela Organização das Nações Unidas, 9 países incluindo o Brasil produziram um relatório com o intuito de desenvolver diretrizes e recomendações na pauta ambiental, social e de governança. O relatório foi batizado de “Who Cares Wins”, ou, “Ganha quem se importa” e concluiu que a incorporação desses critérios no mundo dos negócios gerava melhores resultados sociais, econômicos e ambientais.

Nesse contexto surgiu o termo ESG, ou, “Environmental, Social and Governance”. As melhores práticas de gestão implicam necessariamente em ganhos e minimização de riscos em todos os setores que passam a ser observados por todos os envolvidos no processo produtivo. 

Se o desafio passa a ser a da adesão desse conceito, a boa notícia é que as indústrias e empresas estão cada vez mais atentas e buscando por isso. Boas práticas são hoje valor agregado a produtos, serviços e investimentos. 

Para exemplificar o que seriam essas práticas, Environmental, ou seja, ligadas ao meio ambiente, seriam aquelas que minimizam o aquecimento global e a emissão de carbono. Que não poluem o ar e a água, que preservam a biodiversidade, combatem o desmatamento, corroboram para a eficiência energética, focam na gestão dos resíduos, tratam e reutilizam água, mitigando o desperdício. 

O ‘S’ de Social diz respeito às relações humanas que interagem no entorno do micro e do macro universo da empresa. Critérios como a satisfação dos clientes, sigilo dos dados, diversidade, motivação e engajamento, além da valorização da comunidade, do respeito aos direitos humanos e trabalhistas fazem parte desse aspecto.

E por fim o ‘G’ de Governança está relacionado à administração de uma empresa que pode, por exemplo, formar um conselho para tornar a gestão mais democrática, mais dinâmica e descentralizada. Estabelecer um comitê de auditoria interna denotando compromisso com o auto aperfeiçoamento. Ter bem clara e documentada a conduta corporativa favorece aos colaboradores a qualidade das relações internas e externas. Ter um plano de carreiras que preveja a boa remuneração é outro ponto dessa boa prática, assim como o bom relacionamento com as entidades governamentais. 

É nesse contexto, de valorização do ESG, que a CG Ambiental oferece consultoria e serviços ambientais para colocar a sua empresa na rota das melhores práticas, na lucratividade e na responsabilidade socioambiental. Confira nossos serviços.

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